Corpos eletrônicos em audiovisualidades midiáticas

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Ano da pesquisa: 2006 – 2007.

A proposta apresentada é fruto de um percurso que vem se desenvolvendo desde o ano de 2000, a partir de outras quatro pesquisas elaboradas e concluídas nesta universidade. Todos os estudos buscaram trabalhar no âmbito da linha de pesquisa comunicação e linguagens, tendo como focos temáticos a imagem e o corpo. Chega-se a um momento relevante desse processo pelo amadurecimento que as pesquisas anteriores já proporcionaram, mas, sobretudo, pela participação, desde meados de 2003, no Grupo de Pesquisa em Audiovisualidades, o GPAv. A temática escolhida busca ser um desdobramento desse estudo, dando continuidade ao que já foi feito e, ao mesmo tempo, avançando no desdobramento do objeto agora o corpo eletrônico. O recorte temático, então, pode ser explicado pela existência de um corpo próprio do domínio audiovisual, que é marcado pelas características próprias dessa linguagem e que envolve os aspectos culturais e estéticos, mas, sobretudo, os aspectos técnicos. Assim, o corpo a ser estudado pode tanto ser o corpo humano reconstruído pela linguagem audiovisual (o de apresentadores tradicionais de telejornais, talk shows e outros programas), como pode abranger aqueles corpos construídos através de programas especiais de informática (Eva Bite, do Fantástico da Rede Globo, e Max Headroom, criado para o canal 4 da tevê britânica, entre outros) para o cinema, a televisão e a internet sendo esse o foco mais específico da pesquisa.